DO BLOG

Escrito por quem lauda

Discussões respeitosas e baseadas em evidência sobre IA na radiologia, laudo estruturado, conformidade e a operação de um serviço de laudos. Por Natan e o time clínico da Laudos.AI.

CONFORMIDADE NOVO
Seu software de laudo com IA precisa de registro na Anvisa? Como ler a RDC 751 antes de assinar A pergunta aparece em toda diligência de compra e quase sempre é respondida errado, dos dois lados. Quem vende diz "não é dispositivo médico" sem mostrar a finalidade de uso declarada. Quem compra pede "o registro da Anvisa" como se todo software de saúde tivesse um. O enquadramento não depende da tecnologia embarcada: depende do que o fabricante declara que o produto faz. Este texto mostra como ler a RDC 751/2022 e a RDC 657/2022 do lado de quem assina o contrato. Por Natan LER ARTIGO →
INTEROPERABILIDADE NOVO
RNDS: o que muda no laudo radiológico quando o dado precisa chegar ao SUS A Rede Nacional de Dados em Saúde transformou uma discussão técnica em requisito de operação: o laudo precisa sair do serviço como dado, no padrão FHIR, com o paciente identificado, o estabelecimento identificado e o profissional identificado. Quase nenhum serviço quebra no FHIR. Quebra no cadastro do paciente, na reconciliação do exame e num laudo cujo achado está enterrado em prosa. Por Natan LER ARTIGO →
QUALIDADE NOVO
Acreditação PADI: o que a norma do CBR cobra do laudo, e o que isso exige da operação O Programa de Acreditação em Diagnóstico por Imagem do Colégio Brasileiro de Radiologia avalia o serviço do agendamento à entrega do laudo, e a etapa que mais surpreende quem se prepara é a técnica: comissões de especialidade do CBR examinam imagens e laudos submetidos. Este texto traduz o que a norma cobra em rotina verificável, com atenção à parte que depende do texto que o radiologista assina. Por Natan LER ARTIGO →
CONFORMIDADE NOVO
Quem responde pelo laudo assinado com apoio de IA A resposta curta é conhecida e pouco útil: o médico que assina. A resposta que muda alguma coisa é a segunda pergunta — o que, na prática, sustenta essa assinatura quando alguém pede explicação meses depois. Este texto separa o que a Resolução CFM 2.454/2026 exige de quem lauda, o que o contrato consegue repartir entre serviço e fornecedor, e o que nenhum aviso de rodapé transfere para lugar nenhum. Por Natan LER ARTIGO →
OPERAÇÃO NOVO
Telerradiologia: o que a norma exige de quem lauda de longe Laudar a distância deixou de ser exceção e virou desenho padrão de operação em boa parte dos serviços brasileiros. A norma que organiza isso é a de telemedicina, e ela é mais específica do que a leitura apressada sugere: qualificação de quem lauda, território, guarda e integridade do dado, consentimento e sigilo. O que a norma não resolve — e a operação precisa resolver — é o achado crítico às três da manhã, com o solicitante a quatrocentos quilômetros. Por Natan LER ARTIGO →
MERCADO NOVO
Demanda por exames e oferta de radiologistas: a conta que cada serviço precisa fazer sozinho Existe um consenso confortável de que faltam radiologistas e sobram exames, e ele costuma ser usado para justificar qualquer coisa. O consenso pode até estar certo, mas ele não substitui a única conta que muda decisão dentro de um serviço: quantos laudos a sua operação consegue produzir por turno, com qualidade, e o que acontece com a fila quando a demanda cresce dez por cento. Este texto mostra onde estão os números confiáveis do país e como montar a conta que é sua. Por Natan LER ARTIGO →
QUALIDADE
Ditado por voz em radiologia: as seis camadas entre o microfone e o laudo Quase toda conversa sobre reconhecimento de fala médico começa e termina em uma pergunta: qual a acurácia. É a pergunta errada — ou, mais precisamente, é uma pergunta que só significa alguma coisa depois de saber qual das seis camadas entre a sua boca e o texto na tela está sendo medida. Este texto abre as seis, mostra onde cada uma quebra em português radiológico, e fecha com um protocolo para você auditar qualquer fornecedor de ditado médico em uma tarde — inclusive nós. Por Natan LER ARTIGO →
QUALIDADE
3,06% de WER em português radiológico: o que o número mede, e o que ele não mede Um benchmark interno controlado de reconhecimento de fala em ditado radiológico em português brasileiro registrou 3,06% de WER após vocabulário. WER não é acurácia clínica, e a amostra pública ainda não está documentada. Este texto explica o método disponível, os limites da métrica e por que não existe ranking comparativo nesta página. Por Natan LER ARTIGO →
CONFORMIDADE
Supervisão humana significativa: o que a CFM 2.454/2026 realmente exige de quem lauda com IA A Resolução CFM 2.454/2026 tornou a supervisão humana obrigatória no uso de inteligência artificial em medicina. Este texto explica o que "significativa" quer dizer na prática do laudo, onde termina a assistência e começa a automação, e como desenhar um fluxo em que a IA sugere e o radiologista decide e assina. Por Natan LER ARTIGO →
OPERAÇÃO
TAT em radiologia: como medir e reduzir o turnaround sem sacrificar qualidade Turnaround time é um dos indicadores mais cobrados e mais mal medidos da radiologia. Entender onde o relógio começa, quais gargalos realmente pesam e onde velocidade vira pressa é o que separa uma redução saudável de TAT de um aumento silencioso de erro. Por Natan LER ARTIGO →
GOVERNANÇA
Residência de dados no Brasil: onde seus laudos e áudios realmente moram Sob a LGPD, dados de imagem, laudo e áudio ditado são dados pessoais sensíveis de saúde. Entender onde eles são processados e armazenados deixou de ser detalhe de infraestrutura e virou obrigação de governança para hospitais e clínicas. Por Natan LER ARTIGO →
QUALIDADE
Concordância entre observadores: por que dois radiologistas discordam, e o que reduz isso Discordar faz parte da medicina diagnóstica, mas nem toda discordância é inevitável. Como o kappa mede a variabilidade, o que ele esconde e quais intervenções, do léxico ao laudo estruturado, realmente aproximam dois leitores. Por Natan LER ARTIGO →
PRODUTO
Governança de templates: versionar, aprovar e auditar o modelo da casa Um template de laudo é código clínico. Sem versionamento, aprovação e trilha de auditoria, ele degrada em silêncio, e cada radiologista acaba laudando em um dialeto diferente da mesma casa. Por Natan LER ARTIGO →
GESTÃO
Sete métricas que todo gestor de radiologia deveria acompanhar em tempo real Um painel ao vivo não substitui o julgamento do radiologista, mas dá ao gestor a visão que falta para proteger a segurança do paciente, o fluxo e a saúde da equipe. Estas são as sete métricas que eu acompanharia em tempo real. Por Natan LER ARTIGO →
COMPARATIVOS
Melhor software de laudo radiológico com IA em 2026: guia completo e comparativo honesto Por Natan LER ARTIGO →
QUALIDADE
Laudo estruturado: o que a evidência mostra e como migrar sem travar a rotina Por Natan LER ARTIGO →
EVIDÊNCIA
Burnout em radiologia: o que os números dizem e o que a operação pode mudar Por Natan LER ARTIGO →
QUALIDADE
Erro em radiologia: o que os números mostram e o que reduz de verdade Por Natan LER ARTIGO →
GOVERNANÇA
Achados incidentais: o que fazer com o que você não estava procurando Por Natan LER ARTIGO →
ACHADO CRÍTICO
Comunicação de achados críticos: do print no WhatsApp ao protocolo auditável Por Natan LER ARTIGO →
CONFORMIDADE
Resolução CFM 2.454/2026: o que muda para quem usa IA na medicina Por Natan LER ARTIGO →
EVIDÊNCIA
IA em radiologia: revisão honesta da evidência clínica em 2026 Por Natan LER ARTIGO →
MERCADO
Mercado brasileiro de IA em radiologia em 2026: players, modelos e barreiras regulatórias Por Natan LER ARTIGO →
PRODUTO
Zero-Click: o botão que sumiu, e por que isso muda o laudo radiológico Por Natan LER ARTIGO →
GOVERNANÇA
As sete propriedades de um log auditável para IA radiológica Por Natan LER ARTIGO →
IA & LINGUAGEM
Transcrever português-BR com jargão radiológico: o caminho não óbvio Por Natan LER ARTIGO →

Perguntas frequentes

Quantos itens tem o blog?

São 27 páginas publicadas nesta seção, e cada uma abre direto, sem cadastro e sem paywall. Todas as seções

Para que serve o blog?

Publicar análise sobre radiologia, laudo e IA assistiva, com fonte declarada e data de atualização. Quem publica

O conteúdo é revisado por médico?

É. A responsabilidade editorial é de radiologista com registro no CRM-SP, e cada página traz a data em que o conteúdo mudou pela última vez. Quem assina

Isto substitui avaliação clínica?

Não. O material apoia a decisão de quem lauda. O achado, a correlação clínica e a conduta continuam de quem assina o exame. Governança clínica

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Ditado, estruturação e revisão, com o radiologista sempre no controle e trilha de auditoria por exame.

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